domingo, 10 de maio de 2009

Amor que não se pede, amor que não se mede



Dias das Mães, já abraçou a sua hoje? Se ela está longe, já telefonou? Já disse Eu te Amo? P
ensei que fosse fácil falar sobre as mães, mas estou a horas na frente do computador e não consigo escrever sequer uma palavra. Tudo que eu penso parece redundante, plágio, comum. Mas eu acho que não é bem assim, porque quando se fala das mães, o sentimento é um só, logo, as palavras quase sempre são as mesmas pra expressar tal sentimento.

Palavras como porto-seguro, amor, confiança, segurança, tudo, proteção, dedicação, carinho, etc. É isso que as mães são, é isso que os filhos vêem nelas. Que fique claro, que a mãe que proporciona todos esses sentimentos, não é só a que da a luz, existe mães de centenas, existem tias-mães, pais-mães, enfim, o amor maternal aparece em diversas situações, momentos, e pessoas.

Nem que eu escrevesse mil linhas aqui, conseguiria traduzir o que é o amor que uma mãe sente, nem o amor que um filho sente pela mãe. Mas não me importo, pois tenho certeza de que cada um sabe como é esse tal amor, já sentiu, e ainda sente. Como não consegui achar as palavras, pego emprestadas as palavras de Agatha Christie:
"O amor de mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho."


Às mães do mundo, meus parabéns, e um Feliz Dia das Mães, que a meu ver, são todos os dias.

À minha mãe, em especial: Obrigada, eu te amo!